sábado, 19 de novembro de 2011

O exame de DNA pode ser feito sem o consentimento do doador?

No Brasil. Tivemos uma questão polêmica há alguns anos. Todos devem se lembrar da história de Pedrinho, um menino que havia sido seqüestrado na maternidade. O exame de DNA revelou que ele não era filho biológico  de Vilma,a  mulher suspeita do seqüestro e que havia criado o menino como seu filho biológico. Pedrinho, ainda adolescente, quando soube da verdade, preferiu morar com seus verdadeiros pais. Mas, na mesma época, suspeitou-se que Roberta, sua suposta irmã, que já tinha 23 anos, também pudesse ter sido seqüestrada por Vilma. Mas, ao ser confrontada coma  suspeita, ela declarou enfaticamente que não queria saber. Considerava como mãe aquela que a havia criado. Porém, ao prestar depoimento na polícia, Roberta, inadvertidamente, descartou restos de cigarro. Foi o suficiente. A partir da análise daquele material foi possível fazer um exame de DNA e confirmar que ela também não era filha biológica de Vilma. Por um lado, tratava-se de um novo crime, e a mãe de Roberta, que havia perdido sua filha na maternidade e era a maior prejudicada, tinha o direito de ver a história esclarecida. Mas, por outro lado, a vontade de Roberta havia sido violada. E o direito de não saber?

(Trecho extraído do livro “Genética - Escolhas Que Nossos Avós Não Faziam”. Mayana Zatz, editora Globo, 2011)

 

  • FORAM ENTREVISTADAS 50 PESSOAS DIFERENTES, COM IDADE SUPERIOR A 16 ANOS, SOBRE COMO PROCEDER NA SITUAÇÃO DESCRITA ACIMA: O DNA PODE SER USADO SEM O CONSENTIMENTO DO DOADOR?
Trabalho de bilogia realizado pelos alunos Gabriel, Joyce, Karine, Katryn, Marcos e Gustavo do 2°C (turma 2011) da E.E. Profa Beathris Caixeiro Del Cistia.

Vale a pena ser testado geneticamente?

              Certa vez, João, um rapaz que havia acabado de completar 18 anos, procurou o centro de pesquisa em genética  porque desejava ser testado para a doença de Huntington, doenças neurológica bastante grave e incurável, que geralmente acomete o indivíduo com 40 anos ou mais, e provoca deterioração intelectual e distúrbios psiquiátricos. Como a doença tem em geral um início tardio, quando o diagnóstico é estabelecido o paciente geralmente já procriou. O pai de João já estava bastante comprometido e ele sabia que tinha 50% de chance de também ser afetado. Sabia ainda que não havia cura para a doença.
                É fácil imaginar o impacto que um resultado positivo para o teste da doença teria sobre o rapaz, que enfrentaria o diagnóstico de uma vida mais curta, cuja parte final seria de grande sofrimento. Porém, poderia evitar ter filhos, para não correr o risco de transmitir o gene aos seus descendentes.

 

(Trecho extraído do livro “Genética - Escolhas Que Nossos Avós Não Faziam”. Mayana Zatz, editora Globo, 2011)



  • FORAM ENTREVISTADAS 50 PESSOAS DIFERENTES, COM IDADE SUPERIOR A 16 ANOS, SOBRE COMO PROCEDER NA SITUAÇÃO DESCRITA ACIMA: E SE FOSSE VOCÊ NO LUGAR DE JOÃO, GOSTARIA DE SER TESTADO? POR QUÊ?
Trabalho de biologia realizado pelas alunas Mayara, Monica, Natali, Tamires e Priscila do 2°C (turma 2011) da E.E. Profa Beathris Caixeiro Del Cistia.

Mais uma situação genética...

           O filme Uma prova de amor, baseado no livro My sister’s keeper da americana Jodi Picoult, conta a história e Anna, uma menina de 13 anos que processa os pais para obter emancipação médica e os direitos sobre seu próprio corpo. Anna foi concebida por meio de fertilização in vitro para ser geneticamente compatível com sua irmã mais velha, Kate, que sofre de um tipo de leucemia mielóide aguda. Apesar de ser uma menina saudável, durante toda a sua vida Anna freqüentou consultórios médicos, fez cirurgias e transfusões para que sua irmã pudesse viver. Até o momento em que, ao completar 15 anos, Kate começa a sofrer de insuficiência renal e Anna descobre que será obrigada a doar um de seus rins para a irmã.

(Trecho extraído do livro “Genética - Escolhas Que Nossos Avós Não Faziam”. Mayana Zatz, editora Globo, 2011)


  • FORAM ENTREVISTADAS 50 PESSOAS DIFERENTES, COM IDADE SUPERIOR A 16 ANOS, SOBRE COMO PROCEDER NA SITUAÇÃO DESCRITA ACIMA: VOCÊ ACHA JUSTO OS PAIS DECICIDIREM TER FILHOS COM O OBJETIVO DE SALVAR OUTRO FILHO? 
    Trabalho de biologia realizado pelas alunas Fagna, Leticia, Pamela e Jeniffer do 2°C (turma 2011) da E.E. Profa Beathris Caixeiro Del Cistia.

    sexta-feira, 18 de novembro de 2011

    Fibrose cística

    Trabalho de biologia realizado pelos alunos James, Jefferson, Sara e Wellington do 2°B (turma 2011) da E.E. Profa. Beathris Caixeiro Del Cistia.

    terça-feira, 15 de novembro de 2011

    Distrofia Muscular de Duchenne

    Trabalho de biologia elaborado pelos alunos Anelise, Carla, Daiane, Damares e Wellington Stefan do 2°B (turma 2011) da E.E. Profa Beathris Caixeiro Del Cistia

    Anemia falciforme

    Trabalho realizado pelos alunos Adriano, Raiane e Willin do 2°B (turma 2011) da E.E.Profa Beathris Caixeiro Del Cistia.

    Fenilcetonúria

    Trabalho de biologia feito pelos alunos Ana Paula e Clodomiro do 2°B (turma 2011) da E.E. Profa Beathris Caixeiro Del Cistia.